Foi-se o tempo em que os modelos com
câmbio automático não eram bem
aceitos no Brasil. O equipamento vem se tornando cada
vez mais procurado e já equipa boa parte do mix de
produção dos modelos médios no mercado.
Com o uso do câmbio automático, espalham-se lendas sobre os perigos do uso do GNV em carros com este tipo de dispositivo. |

Acima, o processo de afinação do kit gás de 5ª geração, que utiliza um computador. Um equipamento de alta tecnologia não produz perda de potência e o câmbio mantém sua característica original de funcionamento. |
Com o uso do câmbio automático, espalham-se lendas sobre os perigos do uso do GNV em carros com este tipo de dispositivo. É natural que muitos mecânicos condenem a transformação, afinal é natural repelir todas as novidades. Porém às vezes o pessoal exagera e certas lendas acabam se tornando um perigoso veículo de condenação de algo que não deveria ser condenado.
Fizemos a seguir uma análise mais sóbria do assunto, a fim de esclarecer estes mitos. Além de sermos especialistas em GNV, também somos especialista em transmissões automáticas e fazemos centenas de conversões em carros automáticos.
Alegação 1: "O GNV vai provocar comportamento estranho no seu câmbio" .
A coisa não é bem assim, o que se observa é que uma perda de potência muito grande pode causar um certo atraso nas reduções de marchas o que pode ser perceptível pelos motoristas mais sensíveis. Em casos onde o câmbio já está mal ajustado (desregulado), isto pode ser ainda mais perceptível.
Solução:
Utilizar equipamentos que produzam a menor perda possível, como os sistemas de injeção eletrônica, como o
Sequent
da BRC
, ou mesmo os kits tradicionais equipados com variador de avanço fônico, como o
Just G3 da BRC White Martins.
Garantir que seu câmbio está perfeitamente ajustado, observando o funcionamento quando roda na gasolina.
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Alegação 2 : "O GNV vai quebrar seu câmbio".
Em câmbios eletrônicos, há o uso de inúmeros sensores. Alguns tipos de equipamentos de GNV alteram alguns parâmetros destes sensores, o que pode causar um comportamento bastante indevido no câmbio.
Solução:
Uma convertedora hábil como a GásPoint, sabe quais são os componentes que não podem ser utilizados nestes casos e não vai cair nesta. Fique tranquilo. Cada carro tem suas particularidades e o seu não é bancada de testes.
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A
alavanca do automático CVT do Honda Fit. |
Conclusão:
Alguns
equipamentos que às vezes são utilizados na
conversão GNV não combinam com alguns câmbios,
especialmente aqueles com gerenciamento eletrônico.
O problema é que nem toda convertedora sabe disso e
termina instalando um equipamento inadequado podendo até
prejudicar o câmbio. É preciso ter certeza de
que quem está convertendo seu carro sabe como estes
componentes funcionam e somente utilizar aqueles que não
irão prejudicar o câmbio.
Quando se fala em Convertedora para GNV, o primeiro nome é GásPoint, que também somos nós e você
pode ficar tranquilo, sabemos exatamente que componentes
podem e quais não podem ser instalados aqui, você
não corre este risco, afinal, entre outras coisas, a GásPoint é a Automatik e somos tão especialistas em transmissão quanto em GNV e conhecemos muito bem o terreno onde pisamos.
Veículos equipados com câmbio automático também
se adaptam ao novo combustível.
A GásPoint converte todos os dias inúmeros motores
com os mais variados sistema de câmbio, desde os mais
simples aos mais complexos como o sistema CVT (
Transmissão de variação continua ) que
equipa o Honda FIT com motor i-dsi, cujo grande diferencial,
além do câmbio é o sistema de dupla ignição,
ou seja, duas velas por cilindro o que também favorece
bastante a adaptação ao gás natural. Os resultados têm sempre se mostrado muito bons, com
clientes satisfeitos
.
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